CMN e BC aprovam regras para agentes fiduciários em emissões de LIGs

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Banco Central: Além disso, foram definidas as hipóteses em que essa autorização pode ser cancelada de ofício pelo banco (Ueslei Marcelino/Reuters) Brasília – O Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu regras adicionais e procedimentos para a atuação como agente fiduciário em emissões de Letras Imobiliárias Garantidas (LIG). De acordo com a nova regra, a atuação de uma instituição como agente fiduciário se condiciona à ausência de restrições em relação à reputação dos seus controladores. Além disso, foram definidas as hipóteses em que essa autorização pode ser cancelada de ofício pelo Banco Central (BC). O BC também autorizou as sociedade corretoras e distribuidoras de títulos e valores imobiliários a atuarem como agentes fiduciários, além de definir os procedimentos para a autorização dessa função para parte das companhias securitizadoras de créditos imobiliários.

SP deixa de ser um dos mercados imobiliários mais frios do mundo

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 (filipefrazao/Thinkstock) São Paulo – São Paulo já não é um dos 10 mercados imobiliários mais fracos do planeta, de acordo com dados do Global Property Guide. Os preços de moradia continuam em declínio na cidade, quando ajustados pela inflação. A queda no 4º trimestre de 2017, por exemplo, foi de 0,78% em relação ao trimestre anterior. Mas no balanço de 2017, os preços caíram 1,50%, muito menos do que os 5,50% de queda registrados em 2016. “Os preços de moradia no Brasil seguem em queda, apesar de que em ritmo mais lento, em meio a condições econômicas em melhora gradual”, diz o relatório. Na conta sem ajuste pela inflação, o mercado imobiliário paulistano já demonstra alta dos preços de moradia de 0,36% na conta trimestral e 1,40% na base anual. Com ajuste pela inflação, São Paulo é o 11º mercado imobiliário mais fraco dos 45 analisados. Sem ajuste pela inflação, é o 13º mais fraco. Mundo Quando se olha para o cenário global, 30 mercados tiveram alta e apenas 15 tiveram queda no ano passado dos 45 analisados. Quando a medida é o ímpeto do momento, 22 estão ganhando força e 23 estão perdendo. “É surpreendente que o ímpeto não tenha se enfraquecido mais, já que nos últimos três trimestres ele estava significativamente mais fraco”, diz o relatório. A Europa, que vem de uma série de dados econômicos positivos, segue em destaque no levantamento com um mercado “super vibrante” e três dos cinco resultados mais fortes. Os mercados imobiliários mais quentes do mundo, na conta ajustada pela inflação, são Islândia (alta anual de 12,88%), Hong Kong (12,81%), Irlanda (11,92%), Macau (9,24%) e Montenegro (8,59%). A China, que havia ficado em primeiro lugar no ano passado, agora mostra fraqueza maior devido a “políticas de aperto regulatório e monetário que impactam desenvolvedores e compradores especulativos”, diz o texto. De forma geral, há variação enorme entre os mercados da região da Ásia-Pacífico e das Américas, e uma fraqueza cada vez maior nos países do Oriente Médio. O mercados mais fracos do planeta em 2017, também com ajuste pela inflação, foram Egito (queda anual de 11,49%), Catar (-10,43%), Kiev na Ucrânia (-7,97%), Mongólia (-5,61%) e Rússia (-5,48%). Veja tambémECONOMIA“Inflação do aluguel” tem alta de 0,64% em março, diz FGVquery_builder 28 mar 2018 - 08h03ECONOMIAMercado imobiliário brasileiro pode crescer 10% em 2018query_builder 26 fev 2018 - 14h02

FipeZAP Comercial aponta alta no preço médio de venda

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O índice registrou alta no preço médio…

Liminar põe projetos imobiliários de SP em risco

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São Paulo: ação alega ter o objetivo de preservar o meio ambiente, já que a nova lei de zoneamento é mais rigorosa (Germano Lüders/EXAME) São Paulo – Uma liminar concedida pelo Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo no fim de fevereiro, vetando o “direito de protocolo”, ameaça a retomada do mercado imobiliário na cidade. Segundo o Secovi-SP, que reúne empresas do setor imobiliário, cerca de 60% dos 14 mil processos na Prefeitura de São Paulo foram afetados pela decisão. Na lista estão prédios residenciais, salas comerciais, shopping centers, escolas, hospitais, casas e pequenas reformas. O direito de protocolo garantia que projetos encaminhados para licenciamento antes de a nova Lei de Zoneamento entrar vigor, em 2016, pudessem ser validados seguindo a legislação antiga. Alegando o objetivo de preservar o meio ambiente, já que a nova lei de zoneamento é mais rigorosa, o Ministério Público (MP) de São Paulo entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade atacando o direito de protocolo. A decisão do Tribunal é liminar, e o MP aguarda o julgamento do mérito, informou a assessoria do MP. Veja tambémSEU DINHEIROCaixa vai reduzir juros para financiamento de imóveis até abrilquery_builder 20 mar 2018 - 09h03 O presidente do Secovi-SP, Flávio Amary, explicou que a eventual revisão dos projetos implica em potenciais mudanças na quantidade de andares dos prédios, área construída total, número de vagas de garagem, entre outros fatores. “Se for mantida a liminar, o que não acredito, vários empreendimentos poderão ficar inviáveis. Isso levará à suspensão de lançamentos e de todos os empregos que seriam gerados pela cadeia da construção.” Amary disse que a liminar compromete a segurança jurídica do mercado. Da compra do terreno, desenvolvimento do projeto ao licenciamento gasta-se de dois a quatro anos. “Nesse período podem surgir mudanças na lei. Por isso, o direito de protocolo é importante.” A Procuradoria Geral do Município de São Paulo apresentou a defesa em relação à liminar concedida contra a Prefeitura pelo TJ. O processo é acompanhado pelo Secovi-SP e pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias. Não há prazo para análise da liminar. Mercado Enquanto isso, incorporadoras que atuam no mercado imobiliário da capital paulista pretendem manter a rota de expansão dos lançamentos nos próximos meses. A estratégia das empresas será a readequação do mix de lançamentos, dando prioridade a projetos mais novos da carteira, que já atendem à legislação atual. Se o impasse jurídico se prolongar, há grandes chances de ocorrerem adiamentos e até cancelamentos de projetos que dependem do direito de protocolo, alertam representantes do mercado imobiliário. O copresidente da incorporadora Cyrela Brazil Realty, Efraim Horn, disse nesta sexta-feira, 23, em reunião com investidores, que a empresa planeja ampliar os lançamentos neste ano, sendo que 80% deles estarão concentrados em São Paulo. Para isso, vai dar prioridade aos empreendimentos já licenciados sob as regras atuais. “Teremos de correr para lançar esses projetos caso não se derrube a liminar”, afirmou. “Se isso não acontecer, aí teríamos de postergar mais ou menos 30% dos projetos para o próximo semestre ou próximo ano”, admitiu. O diretor de relações com investidores da Cyrela, Paulo Gonçalves, ponderou que a queda na liminar é o cenário considerado mais provável no planejamento estratégico da empresa. Segundo ele, o direito de protocolo é uma prática assegurada há anos na capital paulista em épocas de transição nas regras do zoneamento. O diretor-presidente da Eztec, Silvio Zarzur, também afirmou que o impasse jurídico não compromete os planos no curto prazo. Neste ano, a incorporadora tem a meta de lançar projetos com valor geral de vendas (VGV) entre R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão. Segundo ele, a Eztec tem projetos suficientes enquadrados na nova lei de zoneamento, que serão tocados neste momento. “Mas a liminar tem de ser derrubada em um determinado momento. Se não derrubar nunca, aí, realmente, teremos problemas pontuais. Teremos de recomeçar os projetos”, ponderou o executivo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
OPÇÃO E AUTORIZAÇÃO DE VENDA [opc] EXCLUSIVIDADE (Previsto…

Brás Moov

Os preços de locação avançam 0,58% em fevereiro

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Segundo a pesquisa divulgada pelo índice FipeZAP, em…

‘Uber dos imóveis’ quer revolucionar aluguéis no Brasil

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Pesquise (Foto/Wikimedia Commons) Vicente Velázquez desembolsou o equivalente a oito meses de aluguel para conseguir seu próprio apartamento no Rio de Janeiro. Esse depósito monstruoso era a única maneira de evitar o pagamento de um seguro, já que ele não conhecia ninguém na cidade disposto a ser seu fiador. É esse tipo de história que levou André Penha e Gabriel Braga, que fizeram MBA em Stanford, a iniciar o Quinto Andar, uma empresa de tecnologia que está sacudindo o setor de aluguéis no Brasil. A startup analisa pessoas que estão procurando apartamentos, atua como fiador para aquelas com um histórico de crédito sólido e elimina os intermediários. Ela inclusive atua como gestora de imóveis, para ajudar a consertar coisas como torneiras quebradas. Tudo isso economiza tempo e dinheiro para os inquilinos em um país assolado pela burocracia e por custos ocultos. “O Quinto Andar vai ser como a Uber é para os táxis”, disse Velázquez, um médico de 31 anos que planeja usar o serviço para seu próximo apartamento. “Não vou voltar para outro corretor de jeito nenhum.” Além de exigir fiadores de alta qualidade, os agentes imobiliários brasileiros também costumam deixar muito a desejar no atendimento ao cliente. Alguns deles usam fotografias fora de foco nos anúncios e são tão vagos ao descrever os detalhes que só ao visitar o imóvel você descobre que ele tem vista para uma favela ou para uma parede de tijolos. Além disso, eles não oferecem garantias aos inquilinos. “Este é um verdadeiro problema para as pessoas, e é um mercado de R$ 200 bilhões (US$ 60 bilhões)”, disse Braga, de 36 anos, em entrevista na sede do Quinto Andar em São Paulo. “Se conseguirmos resolver esse problema, as consequências podem ser enormes.” Corretores preocupados Os corretores tradicionais estão preocupados com a rápida expansão do Quinto Andar, o que os leva a avaliar alguns de seus processos mais arcaicos. “Eles ocuparam espaço grande de locação de São Paulo. [Empresas, colegas nossas de São Paulo] vêm sofrendo com esse novo player no mercado”, disse Débora Mendonça, presidente de uma associação que representa cerca de 200 corretores do Rio, o equivalente a cerca de 80 por cento do mercado. “O mercado do Rio de Janeiro vem mapeando, vem se preocupando com toda certeza”. Mendonça, que tem mais de três décadas de experiência no setor imobiliário, disse que a capacidade administrativa mais fraca faz com que ela duvide da sustentabilidade do Quinto Andar. Expansão O Quinto Andar começou em 2012 em Campinas. A companhia acaba de se expandir para o Rio de Janeiro e planeja chegar à maioria das principais cidades brasileiras até o final do ano, dobrando o número de funcionários para cerca de 500. Seu volume de transações sextuplicou no ano passado, disse Braga. O Quinto Andar “será um líder e uma das empresas de tecnologia icônicas no Brasil”, disse Nicolas Szekasy, cofundador e sócio administrativo da Kaszek Ventures, que tem uma cadeira no conselho da empresa imobiliária e participou de duas rodadas de financiamento. “Ele representa uma mudança muito significativa.” Veja tambémPMEEmpresa fatura milhões trazendo americanos para estudar o Brasilquery_builder 9 mar 2018 - 06h03

Saiba como declarar imposto de renda 2018

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Tenho uma tremenda dúvida. Comprei um imóvel…

Preço dos imóveis sofre queda real de 0,38% em fevereiro

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Imóveis: Sem comparar com a inflação, Índice FipeZap sofreu leve queda de 0,05% (Aleksandra Zlatkovic/Thinkstock) São Paulo – O preço dos imóveis residenciais à venda ficou estável em fevereiro, o que mostra que a esperada recuperação do mercado imobiliário está só começando. O Índice FipeZap, que acompanha o preço de imóveis anunciados para venda em 20 cidades brasileiras, sofreu uma leve queda de 0,05%.   Ao considerar a inflação esperada para fevereiro, de 0,33%, o índice registrou queda real de 0,38% . A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta menor que o aumento generalizado dos preços, medido pelo IPCA. Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação. O comportamento dos preços não foi homogêneo entre as cidades monitoradas pelo Índice FipeZap. Oito  das vinte cidades apresentaram queda no preço de venda em fevereiro, com destaque para para Belo Horizonte (-0,41%), Niterói (-0,37%) e Distrito Federal (-0,36%). Entre os municípios que maior aumento de preço, estão São Caetano do Sul (+0,56%), Vila Velha (+0,51%) e Florianópolis (+0,34%). O valor médio dos imóveis à venda anunciados nas 20 cidades encerrou janeiro valendo  7.549 reais por metro quadrado. Rio de Janeiro se manteve como a cidade mais cara do país, com metro quadrado médio de 9.686 reais. Nos últimos 12 meses, o preço dos imóveis residenciais à venda acumulou queda de  0,72% e queda real, ao considerar a inflação, de 3,48%. A seguir, confira o preço médio do metro quadrado anunciado para venda e a variação dos preços nas 20 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap: Cidade Preço médio do metro quadrado Variação do preço em fevereiro Variação do preço nos últimos 12 meses Rio de Janeiro R$ 9.689 -0,34% -4,99% São Paulo R$ 8.703 0,18% 1,56% Distrito Federal R$ 7.814 -0,36% -2,67% Niterói R$ 7.258 -0,37% -2,65% Florianópolis R$ 6.870 0,34% 5,01% Belo Horizonte R$ 6.395 -0,41% 0,86% São Caetano do Sul R$ 5.985 0,56% 0,06% Recife R$ 5.913 -0,09% 0,28% Fortaleza R$ 5.872 -0,35% -2,34% Curitiba R$ 5.756 0,23% 1,51% Vitória R$ 5.736 0,14% 1,05% Porto Alegre R$ 5.662 0,18% -0,10% Campinas R$ 5.585 0,17% 0,02% Santo André R$ 5.285 -0,03% -0,39% Santos R$ 5.273 -0,24% -0,94% São Bernardo do Campo R$ 4.915 0,07% 0,16% Salvador R$ 4.897 0,13% -0,93% Vila Velha R$ 4.674 0,51% 1,58% Goiânia R$ 4.113 0,04% 0,78% Contagem R$ 3.510 0,03% -1,03% Veja tambémSEU DINHEIROTenho um imóvel, mas renda anual abaixo de R$ 28 mil. Declaro?query_builder 3 mar 2018 - 11h03SEU DINHEIROFundos imobiliários ganham novo fôlego. Veja dicas para investirquery_builder 22 fev 2018 - 05h02SEU DINHEIROEles ganham até R$ 4,5 mil por mês no Airbnbquery_builder 19 fev 2018 - 05h02