Entries by Maneco Gomes

Saiba quais são as melhores plantas para sua varanda

As varandas se tornaram um ambiente quase que indispensável para muitas pessoas. A decoração merece atenção e uma boa ideia é montar um pequeno jardim, ou então, expor algumas plantas para dar vida ao espaço. Mas é importante saber qual espécie se adapta melhor à realidade de cada apartamento.

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Varanda com plantas ganham um charme a mais (Foto: Julia Herman)

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Segundo a paisagista Ivani Kubo, a posição da varanda com relação ao sol e vento tem muita influência na hora de escolher as espécies. Tudo vai depender, também, do tamanho e como elas serão colocadas.

“As varandas que tomam mais de 4 horas de sol por dia podem receber plantas frutíferas em vasos, como a jabuticaba, acerola, limão rosa e pitanga, ou ornamentais que florescem, como a jasmin, azaleias e camélias”, orienta Ivani.

A azaleia só deve ser colocada na varanda se receber pelo menos 4 horas de sol por dia (Foto: Shutterstock)
A azaleia só deve ser colocada na varanda se receber pelo menos 4 horas de sol por dia (Foto: Shutterstock)

Além dessas espécies, as varandas podem receber hortaliças, já que em um espaço gourmet as frutíferas e hortaliças são uma boa pedida por poder usar e consumir os alimetos sem agrotóxico. Além disso, são muito saborosos. Ivani recomenda a plantação de alecrim, hortelã, manjericão, pimentas, salsinha, cebolinha, orégano e tomilho.

E se a varanda não receber luz solar direta? Não tem problema, a paisagista comenta que existem plantas específicas para essa situações. “Nesse caso temos que trabalhar com plantas de meia sombra, como a palmeira wedeliana, palmeira chameodorea, rafis, lanças, licuala, pacovás, asplenuns e bromélias de meia somba”, orienta.

Além de todas essas espécies,  existem a heras e flores que não necessitam de sol pleno como impatiens, lírio da paz, violetas, kalanchoes, bromélias de sombra e a ciclamen.

Lírio da paz é ótima para varandas que não recebem sol pleno (Foto: Shutterstock)
Lírio da paz é ótima para varandas que não recebem sol pleno (Foto: Shutterstock)

Para cuidar de todas essas plantas não é preciso muito esforço e não é segredo para ninguém. Basta regá-las periodicamente, fazer manutenção com adubação, podas e limpeza a cada três meses.

E, para terminar, a paisagista dá uma dica importante. “Algumas plantas não desenvolvem bem em locais com muito vento. São os casos das samambaias, avencas e outras mais delicadinhas”, finaliza Ivani.

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Fazer uma pequena horta na varanda também é uma boa pedida (Foto: Shutterstock)

 

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Hangout Lopes #3 – Minha Casa Decorada

O blogueiro Márcio Martins vai falar da sua experiencia no Blog Minha Casa Decorada

O departamento de conteúdo da Lopes está organizando alguns Hangouts com o objetivo de levar informação para nosso público. Queremos falar com corretores de imóveisprofissionais de marketing imobiliário e claro, qualquer pessoa que esteja procurando imóveis ou que já tenha fechado negócio mas que adora cuidar do seu lar.

Hangout Lopes #3 – Minha Casa Decorada

O terceiro Hangout Lopes vai ser voltado para você que está procurando um imóvel, vai se mudar ou simplesmente ama decorar sua casa para deixá-la sempre do jeito que você gosta. Receber os amigos em casa e ter orgulho do seu canto é uma das melhores coisas da vida, certo? Foi por isso que convidamos o blogueiro de Maceió Mário Martins que é o responsável pelo incrível blog, Minha Casa Decorada. O programa vai ser exibido ao vivo, quinta feira, dia 3 de Julho às 19h. Depois ficará gravado em nosso canal do youtube e o vídeo também estará disponível  aqui.   Se você quiser participar do nosso programa é muito fácil! Basta preencher o formulário super simples aqui embaixo que entraremos em contato para você fazer perguntas e interagir com o nosso convidado no terceiro programa.

A pauta do programa será sobre:

1) Ter seu blog sobre Decoração: Como você começou e qual seus planos para o blog?

2) Mudança: Mário já fez duas mudanças e vai compartilhar algumas dicas para deixar esta tarefa o menos estressante possível para os moradores.

3) Decoração: Como se inspirar para produzir um conteúdo para inspirar outras pessoas?

Casas italianas por até € 2: Conheça a cidade de Ollolai

Projeto

O projeto de casas a 1 euro partiu da iniciativa de alguns municípios italianos para salvar algumas habitações do risco de destruição e de abandono. Isso não quer dizer que as casas estão completamente destruídas, mas sim que necessitam de reestruturação. Em contrapartida, os novos proprietários deverão reformar as casas e usá-las em até três anos.

Vender uma casa por apenas 1 euro pode parecer prejudicial ás finanças do município, mas a realidade é que sem essa iniciativa haveria perda nos cofres públicos.

Essa ideia tem o propósito de repovoar aldeias que estão ficando desertas, abandonadas pela população jovem e pela morte da população idosa.

O comprador, portanto, terá que fazer um investimento em reforma, além de assumir dívidas do imóvel e se adequar à vida em um vilarejo, isto é, longe de movimentos e centros comerciais.

Apesar dos problemas evidentes nas casas, a ideia vem interessando muitos compradores em potencial, uma vez que mesmo com o investimento a ser feito em reforma e demais gastos, o valor final ainda fica muito abaixo do mercado

Então é fácil adquirir um imóvel por 1 euro, não é? Não! A pessoa compra a casa por esse valor, mas há compromissos que esses compradores devem garantir:

– Planejar um projeto de reestruturação e reavaliação no prazo de 365 dias após a compra (aproximadamente 20 a 25 mil euros);

– Apoiar as taxas de notário para registro, transferências e empilhamento;

– Dois meses para começar o trabalho quando todas as autorizações forem permitidas;

– Para garantir a segurança da compra pelo comprador, o Município solicita a estipulação de uma apólice de garantia de 5 mil euros por um período de três anos, que é então reembolsado no vencimento.

Casas na Itália a 1 euro: quais municípios

  • Zungoli, na província de Avellino, região da Campania
  • Mussomeli, na província de Caltanissetta, região da Sicilia
  • Pratrica, na província de Frosinone, região do Lazio
  • Fabbriche di Vergemoli, na província de Lucca, região da Toscana
  • Montieri, na província de Grosseto, região da Toscana
  • Ollolai, na província de Nuoro, região da Sardegna
  • Nulvi, na província de Sassari, região da Sardegna
  • Lecce nei Marsi, na província de Aquila, região de Abruzzo
  • Gangi, na província de Palermo, região da Sicilia
  • Ragalbuto, na província de Enna, região da Sicilia
  • Salemi, na província de Trapani, região da Sicilia

 

7 obstáculos de negociação que podem parar o seu negócio

Negociar uma oferta é muitas vezes como um jogo de tênis: o saque inicial (a oferta) dá o tom de como toda a negociação está indo. Se for forte, os jogadores (os compradores) podem marcar um ponto, e o adversário (os vendedores) podem não ser capaz de devolver o saque ou mesmo precisar de uma contraoferta.

Portanto, se o saque for fraco, pode ser uma chance para os vendedores voltarem com um voleio de corte cruzado que coloca o comprador em seu lugar com pouca chance de um tiro de retorno.

Dependendo da dinâmica da quadra, a negociação, como um jogo de tênis, poderia ir e voltar com uma longa sessão de voleios sem fim. Cada parte tem uma contraproposta para a outra, e às vezes todo mundo tem que ficar de lado para recuperar o fôlego e tomar um gole de água.

Invariavelmente, muitas vezes há pontos em que as coisas podem ficar paralisadas e todo mundo fica sem tempo. Aqui estão sete situações em que as negociações podem ser facilmente colocadas em pausa:

1. Oferta baixa

Se a oferta é realista e talvez o vendedor seja irrealista (e superfaturado), ou se o comprador estiver realmente empatado, às vezes o vendedor simplesmente se desligará e não responderá à oferta do comprador.

2. Data de encerramento

O comprador deve fechar em uma determinada data que não combine com a data que o vendedor deve fechar por qualquer motivo. A casa atual do comprador está sob contrato e será fechada em breve, caso contrário, o aluguel não terá mais para onde ir.

3. Termos

Compradores e vendedores dividem os cabelos em tudo, desde a data de aprovação do empréstimo até o número de dias para as inspeções, apesar dos habituais prazos padrão previstos no contrato.

O vendedor quer encurtar a aprovação do empréstimo para 20 dias a partir dos 30 ou 45 anos usuais, apesar de ter sido informado de que o credor não pode garantir que todos terão feito isso até o momento.

5. O que fica e o que acontece

Não há nada como uma batalha real sobre o lustre da sala de jantar (que os vendedores excluíram da listagem e disseram que não estaria transmitindo) junto com os televisores de tela plana.

Os compradores não se importam com o fato de não estarem listados como transportando a propriedade; o ponto deles é que, se o vendedor quiser que eles paguem X preço pela casa, esses itens devem ser deixados – ou o negócio está errado.

6. Avaliação

Este é outro incomodo para todos os envolvidos. Embora a propriedade esteja sob contrato, este é outro ponto de parada e, dependendo do resultado, pode fazer com que todo o contrato seja renegociado ou desmoronado.

Muitas vezes, pode demorar de duas a três semanas até que o avaliador saia e muitas vezes o comprador quer ter certeza de que as inspeções estão corretas antes de dar sinal verde para que isso aconteça (apesar de alguns contratos especificarem cronogramas para a avaliação).

7. Esperando por uma melhor opção

Este vai nos dois sentidos. Os vendedores recebem uma oferta com a qual não estão entusiasmados e começam a negociar com os compradores, mas param de responder porque as exibições continuam chegando e acham que podem receber outra ou duas ofertas.

O comprador fica frustrado sem resposta ou desculpas constantes em relação ao atraso. Ou o comprador, sem o conhecimento do vendedor, colocou mais de uma oferta em uma propriedade e atrasa sua resposta a um ou ambos os vendedores, dependendo de como as contrapartes entram.

Há sempre uma variedade de fatores que podem levar a um impasse. Quer seja uma postura, uma paralisação de propósito ou problemas que devam ser resolvidos, como questões de inspeção ou avaliação, atrasos no processo de negociação podem causar um efeito dominó para todos os envolvidos.

Felizmente, é aí que os melhores corretores brilham. A solução criativa de problemas, o aconselhamento e o conhecimento de como enquadrar adequadamente um problema com os compradores e vendedores podem, com frequência, superar qualquer impedimento do contrato de ser assinado, selado e entregue.

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O “castelo” de $18 milhões do jogador de hóquei Ilya Kovalchuk

Agora que seus patins estão firmemente plantados em Los Angeles, o jogador de hóquei Ilya Kovalchuk espera faturar U$ 18 milhões na sua casa em Nova Jersey, projetado para parecer um castelo de conto de fadas.

Kovalchuk, que assinou recentemente um contrato com o Los Angeles Kings, listou a propriedade de 22 mil metros quadrados em Apline por US $ 17,999 milhões.

Foto: NJMLS

O “castelo” está localizado em Apline e fica a uma curta distância de carro do centro de Manhattan. A casa tem todas as características de um castelo de conto de fadas, tais como, janelas amplas, torres, portões de ferro e jardins cuidadosamente cuidados.

A casa de oito quartos e 14 banheiros fica em dois hectares do antigo Frick Estate, que foi subdividido depois que Henry Clay Frick II, neto do industrial Henry Clay Frick, morreu no início dos anos 2000. Esta casa está na mesma rua que a mansão Frick original de Nova Jersey, que já foi a mais cara da América, custando apenas U$ 68 milhões. Kovalchuk comprou sua casa por cerca de U$ 4,5 milhões em 2010.

Foto: NJMLS

A Imobiliária responsável pela venda desse castelo, não está liberando nenhuma foto do interior, mas o exterior dá uma boa ideia do tamanho da casa.

Foto: NJMLS

A casa vem com extensas comodidades no interior, que você pode ter uma noção na planta da residência. Há uma piscina coberta, piscina de imersão, academia e sauna. Nas proximidades, há um teatro e uma sala de vinhos com área de degustação separara. Em outros lugares da casa há duas cozinhas, duas despensas, uma biblioteca e um elevador de quatro paradas. Para o máximo em controle climático, há aquecimento por piso radiante e ar-condicionado central de 45 zonas e sistema de aquecimento de 50 zonas.

Para um olhar final do lado de fora aqui é a garagem de quatro carros para ter uma noção das proporções da casa.

Foto: NJMLS

Lançamentos diferenciados para participantes do ‘Minha Casa, Minha Vida’ serão inaugurados em São Paulo

Participantes do programa de habitação do Governo Federal “Minha Casa, Minha Vida” terão mais opções de escolha durante o processo de busca pelo imóvel a ser financiado. A Benx Incorporadora decidiu expandir o conceito dos empreendimentos voltados ao público participante e ampliou o que costuma se esperar de um imóvel do setor.

O projeto, idealizado há dois anos, teve como objetivo inicial levar as opções de moradia do programa para as regiões onde concentram-se os polos empregatícios da cidade de São Paulo. A partir disso, expandiu-se de modo a contar com plantas inteligentes, alto investimento em opções de lazer e parcerias com nomes de peso da construção civil.

Manual descritivo: saiba o que observar no documento mais importante para quem quer comprar na planta

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Planta baixa do lançamento Viva Benx Cambuci Clube I (Foto: Divulgação/Benx Incorporadora)

Os imóveis têm como preço base o valor de R$ 198 mil e destinam-se sobretudo a aqueles que se enquadram na Faixa 3 do “Minha Casa, Minha Vida”. Com até dois quartos e opções de lazer como churrasqueiras, piscina adulta e infantil, sala de ginástica e espaço zen, os lançamentos localizam-se em diversos bairros da cidade, sendo Barra FundaVila Leopoldina alguns deles.

No total, mais de 3 mil famílias serão beneficiadas pelo projeto, e a meta para 2019, segundo a própria Benx, é expandir os lançamentos para outros bairros da cidade, como Jardim Marajoara, Mooca, Vila Mariana, e Tatuapé.

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Assinatura digital de contratos é mesmo segura? Leia e confira

Você já está certo do imóvel que quer, mas falta tempo para ir na imobiliária ler e assinar o contrato? Esse tipo de situação vem diminuindo com o avanço da tecnologia. Há alguns anos se tornou possível providenciar a assinatura do documento digitalmente. Além da agilidade, o processo é muito mais seguro.

“A assinatura digital veio para garantir segurança jurídica aos contratos, evitando fraudes. Nos contratos físicos, há possibilidade de falsificar documentos pessoais, aumentando o número de golpes”, diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ), Manoel da Silveira Maia.

O advogado Renato Godoy, especialista em Direito Imobiliário, explica que o Código de Processo Civil prevê a aceitação dos documentos gerados digitalmente, desde que ocorra comprovação de autenticidade. Por isso, o procedimento deve ser feito por meio de empresas credenciadas.

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Os contratos e assinaturas digitais são válidos desde que se comprove sua veracidade (Foto: Shutterstock)

Godoy lembra que a legislação no País criou a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP–Brasil), do Governo Federal, que credencia empresas certificadoras e faz a fiscalização. “A assinatura digital sustenta-se em operações matemáticas com base em algoritmos de criptografia assimétrica que garantem segurança extrema aos atos praticados”.

A assinatura digital tem validade jurídica igual à feita em papel e autenticada em cartório. Serve para qualquer contrato, seja de compra e venda ou aluguel de imóveis.

“O marco legal no País foi a aprovação da Lei 11.419, de 2006, em que o uso de documentos eletrônicos passou a ser aceito pelo Poder Judiciário, quando assinados digitalmente”, detalha Arthur Boiajian, diretor do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP).

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Vantagens

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Além de ser mais segura, a assinatura digital economiza tempo e recursos físicos (Foto: Shutterstock)

Diretor-geral da Rede Ideia Certificação Digital, Gustavo Paiva diz que, além da segurança, o método tem outras vantagens. Uma delas é a redução de custos com papel e impressora. Outra é a melhoria na gestão de dados: documentos produzidos em meio digital são protegidos por criptografia e armazenados por meio de serviços de nuvem. Isso evita a perda e permite o envio para qualquer lugar com segurança e rapidez.

“Além da economia de tempo e ganho de produtividade. O processo tradicional de confecção e assinatura de contratos muitas vezes é oneroso, engessado e burocrático. O desperdício de dias para colher assinaturas e dar os devidos encaminhamentos junto aos cartórios competentes pode comprometer a realização de um negócio”, destaca Paiva.

Ele orienta os interessados em usar a tecnologia a procurar plataformas credenciadas que prestem esse tipo de serviço. “É necessária a obtenção de um certificado digital fornecido por a uma autoridade certificadora competente, que por sua vez deve estar habilitada ao Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI)”.

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Tire suas dúvidas sobre declaração de imóveis no Imposto de Renda de 2019

O começo do ano costuma ser marcado por muitas responsabilidades. Além de ser o período em que começamos a realizar as promessas feitas no réveillon, é quando as aulas retornam, as férias acabam e começamos a nos organizar para a declaração do Imposto de Renda.

O processo de declaração envolve uma série de documentos e costuma gerar muitas dúvidas. Uma das mais comuns é em relação aos bens imóveis, isto é, às propriedades imobiliárias, que podem ser casas, apartamentos, salas comerciais etc. É um processo que está em constante mudança e ao longo dos anos vem exigindo do contribuinte uma maior atenção aos detalhes.

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Mudanças

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A mudança ocorrida em 2018, em relação aos dados do imóvel, permanece neste ano (Foto: Shutterstock)

Uma mudança importante que aconteceu em 2018 e vale também para este ano foi em relação às informações sobre o imóvel que devem ser fornecidas no momento da declaração. Antes, dados técnicos da propriedade não eram importantes para o processo de inventário, o que tornava tudo menos trabalhoso, mas ao mesmo tempo menos detalhado.

“A novidade ocorrida no ano de 2018, no campo específico para informação de logradouro, metragem e matrícula imobiliária, permanece em 2019. Contudo, assim como no ano passado, as informações não são obrigatórias. Ou seja, a falta desses dados não impedirá a transmissão da declaração”, explica Eduardo Ramos, sócio do escritório Peluso, Stupp e Guaritá Advogados.

Apesar da não obrigatoriedade da cessão de informações técnicas, é importante que o contribuinte as tenha em mãos, seja para declaração de Imposto de Renda ou outros processos que envolvam o imóvel em questão, uma vez que tratam-se de dados fundamentais para qualquer proprietário.

“É comum que as pessoas não se atentem às informações do imóvel, como a metragem e demais elementos, mas é muito importante ter isso em mente. Na própria fatura do IPTU é possível encontrar esses dados, por isso vale a pena manter esse e demais documentos que contenham essas informações em local de fácil acesso, sobretudo em período de declaração”, diz a Dra. Ana Cláudia Utumi, da Utumi Advogados.

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Valor a ser declarado

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O valor a ser declarado é o valor de aquisição, isto é, o pago na compra do bem (Foto: Shutterstock)

Uma confusão recorrente a contribuintes de primeira viagem é em relação ao valor do imóvel a ser declarado. Pelo fato de o marcado imobiliário trabalhar com valorizações ao longo do tempo – um mesmo imóvel, com o passar dos anos, pode vir a ter diferentes valores de mercado -, é compreensível que o valor a constar no inventário costume gerar dúvidas.

A resposta, no entanto, é bem simples: o contribuinte deve declarar o valor de aquisição do imóvel, isto é, aquele pelo qual pagou quando do processo de compra, além de gastos referentes ao processo de troca de titularidade, como o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis etc.

“Deve-se declarar o valor referente ao custo de aquisição, além da importância paga a título de imposto de transmissão (ITBI), bem como as despesas com escritura e registro, desde que suportadas pelo adquirente. Uma vez declarado o custo de aquisição, seu valor não pode ser alterado nas declarações posteriores, exceto em caso de obras e melhorias comprovadas com documentação hábil e idônea”, afirma Ramos.

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Reparos e benfeitorias

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Reparos e benfeitorias podem ser declarados, desde que com a devida comprovação (Foto: Shutterstock)

As melhorias feitas no imóvel, inclusive, é algo que costuma fugir dos contribuintes quando o assunto é declaração de gastos. É comum que muitos não se atentem que os custos relacionados a benfeitorias realizadas podem ser revertidos, tendo em vista que aumentam o valor final do imóvel.

“O proprietário que realizar reformas no imóvel pode declarar seus custos no Imposto de Renda, pois trata-se de uma benfeitoria que aumenta o valor de mercado da propriedade. No entanto, é preciso ter em mente que uma simples pintura não tem valorização como resultado, mas reformas estruturais, como a construção de novos cômodos, sim”, explica Utumi.

Para conseguir declarar seus custos com os reparos, o contribuinte deve comprová-los por meio de documentos válidos, como notas fiscais e ordens de serviço, da mesma forma que os demais gastos declarados no Imposto de Renda.

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Imóveis adquiridos à prazo

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Imóveis adquiridos por meio de financiamento possuem declaração diferenciada (Foto: Shutterstock)

Poucos contribuintes sabem, mas a declaração de imóveis adquiridos à prazo funciona de forma diferente, já que o custo das parcelas a ser arcado é diferente de um pagamento à vista e também costuma acontecer por meio de um financiamento, que leva décadas para ser finalizado.

Mas como funciona a declaração nesse caso? Antes de tudo, o contribuinte precisa ter em mente que o Imposto de Renda considera as despesas arcadas entre o primeiro e o último dia do ano anterior ao de declaração. No caso de 2019, portanto, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2018. Desse modo, o proprietário deve declarar as parcelas quitadas nesse período – no caso de um financiamento em regime de pagamento mensal, 12 parcelas.

“Deve-se indicar o valor pago até 31/12/2018, incluindo as parcelas do financiamento. Recomenda-se indicar que o imóvel restou adquirido em financiamento, de forma a se destacar o montante pago em cada ano. A cada declaração de ajuste, por sua vez, o valor do imóvel deve ser majorado de acordo com as parcelas quitadas”, diz Ramos.

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Caso de venda

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O contribuinte que vendeu um imóvel deve se cadastrar no programa GCap da RF(Foto: Shutterstock)

O processo de declaração de bens imóveis também envolve aqueles que venderam uma propriedade no período de vigência. Para esse grupo de contribuintes, o processo é ainda mais diferenciado, pois envolve um outro serviço da Receita Federal, o GCap – Programa de Apuração de Ganhos de Capital.

Caso você contribuinte tenha se desfeito de um imóvel por meio de venda, é necessário cadastrar a operação no GCap. Lá será preciso ceder dados sobre quem adquiriu o bem, além de informações técnicas do imóvel e da operação financeira, como forma de pagamento e valor de custo.

Dessa forma, os dados serão transferidos para o programa de declaração de Imposto de Renda da Receita Federal, facilitando a transação e os cálculos de lucro sob a transação. Caso haja lucro, o contribuinte deve pagar 15% sobre a diferença entre o valor de aquisição do imóvel e o valor de venda, ou seja, o que entendemos por lucro final.

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O prazo para declaração do Imposto de Renda vai de 7 de março até 30 de abril deste ano, sendo obrigatório para contribuintes que possuem rendimentos tributáveis anuais a partir de R$ 28.559.

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Permuta de imóveis: saiba o que é e como funciona

Colocar o imóvel à venda sempre é um processo que exige cuidado, paciência e disposição de tempo, assim como é o procedimento para encontrar o imóvel ideal para comprar. Porém, essas não são as únicas opções para ter um novo lugar para morar, há possibilidade de utilizar a permuta de imóveis.

Nessa forma de contrato, as partes se obrigam mutuamente a dar uma coisa por outra de valores equivalentes. Saiba como funciona e os cuidados que devem ser tomados para que a negociação não traga dor de cabeça no futuro.

Diferente da compra e venda, a permuta de imóveis não exige que o pagamento seja feito em dinheiro, mas, sim, através de bens equivalentes. Em muitos casos, no entanto, existe a possibilidade de pagar a diferença em dinheiro. A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos, casas, apartamentos e imóveis a serem construídos.

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A permuta se aplica a qualquer tipo de imóveis, terrenos e projetos de habitação (Foto: Shutterstock)

“Por exemplo, se uma determinada pessoa possui um terreno e outra pessoa tem interesse nesse terreno para construção de um prédio, ao invés de pagar pelo mesmo em dinheiro, poderá pagar em unidades prontas.

Existe ainda a possibilidade do pagamento ser feito com bem acompanhado de pagamento em dinheiro. Nesta hipótese, a esse pagamento em dinheiro dá-se o nome de torna”, esclarece a advogada Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.

Um dos principais cuidados que devem ser tomados caso a escolha seja pela permuta de imóveis diz respeito ao tipo de contrato. “Deve-se atentar que, no caso de permuta de bens imóveis, o contrato deverá ser feito por escritura pública, deverá constar de forma clara a data da entrega dos bens e a responsabilidade pelos tributos.

Enfim, deve-se tomar as mesmas precauções dos demais contratos de imóveis”, afirma a advogada. Já Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), lembra que a burocracia é inerente a toda aquisição de um imóvel. “É preciso fazer a escritura, que custará entre 4% e 6% do valor do imóvel”, completa.

Entre as vantagens, enumera Daniele Akamine, a principal é sobre a tributação. “Quando não existe torna na permuta, o negócio ficará isento da tributação do imposto de renda, uma vez que se entende que os imóveis permutados possuem o mesmo valor monetário”, diz. Porém, ela ressalta que o ponto negativo é que existe a possibilidade de sobrevalorização dos imóveis.

Mercado

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Apesar de pouco usada no mercado, a permuta de imóveis pode ser uma ótima opção (Foto: Shutterstock)

Para Elísio Cruz Júnior, presidente do Sindicato de Habitação de Pernambuco (Secovi-PE), a permuta entre dois imóveis não é prática tão comum no mercado atualmente. “Existem alguns requisitos a serem cumpridos na escolha de um novo apartamento ou casa, como a localização e também o tamanho.

Isso porque pode acontecer de a pessoa ter um imóvel de dois quartos e querer passar para um de três. E estes requisitos precisam bater de ambas as partes e não é algo corriqueiro. Porém, pode não existir uma tendência de mercado, mas é possível que aconteça”, afirma.

Por isso, ele acredita que o mais comum, nestes casos, é que o proprietário tenha um imóvel e venda para adquirir o próximo. “Quando ele quer dar um upgrade, ele vende o imóvel dele e, com o dinheiro, dá entrada no outro. É mais fácil ele fazer isso de vender e comprar outro”, acrescenta Elísio.

Mas existe a possibilidade de, na permuta, trocar imóveis de valores diferentes, desde que seja paga a diferença. Em muitos casos, esse tipo de permuta é aceita quando o novo proprietário não pretende morar no imóvel e usar para locação e ainda ganha um dinheiro.

Porém, o presidente do Secovi-PE acrescenta que um outro tipo de permuta de imóveis é mais comum no mercado, que é a troca de áreas por imóveis construídos. “Este tipo de mercado é mais corriqueiro. Até porque hoje, para quem tem um terreno e pode esperar pela construção do imóvel, é melhor fazer a permuta do que vender porque, no final, valoriza mais. É uma questão objetiva e matemática”, diz.

“A permuta em área para a construtora tem o custo da construção e depois que ele recebe o imóvel vai vender pelo preço de mercado”, complementa Elísio Cruz Júnior.

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Baixa participação em reuniões de condomínio: morosidade é uma das causas

Se uma pesquisa de público sobre os principais pontos negativos de viver em um condomínio fosse feita, assembleias e reunião de condôminos certamente figurariam entre as respostas mais recorrentes.

É comum encontrar pessoas que contam experiências horríveis de reuniões e mais comum ainda quem já presenciou ou esteve envolvido em brigas e confusões no momento que deveria ser usado para uma discussão civilizada sobre o futuro do condomínio.

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Brigas e desentendimentos são comuns em reuniões de condôminos (Foto: Shutterstock)

Tudo isso acaba por provocar uma grande desmotivação nos moradores, que, mesmo sabendo se tratar de uma reunião cujas atas podem afetar de forma considerável suas experiências de moradia, se recusam a comparecer.

Já os mais corajosos, quando vão às reuniões, não sabem ao certo como agir, o que observar e com quem dialogar, o que, por sua vez, contribui para que brigas e experiências ruins aconteçam.

Leandro Santos, CEO da Equalipro, empresa de consultoria em segurança e gestão condominial, acredita que os problemas de desinteresse dos condôminos funcionam como um ciclo vicioso: “A baixa participação não motiva novos condôminos, que pensam não haver nada de interessante nas reuniões, deixando o quorum muito baixo para que decisões sejam tomadas pensando na maioria. É um problema que existe na raiz”, afirma.

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A baixa participação desmotiva novos condôminos a comparecerem nas reuniões (Foto: Shutterstock)

A raiz, ainda segundo Santos, seria o planejamento da reunião, algo que deve ser feito com antecedência e seriedade, levando em conta os problemas e questões a serem resolvidas no condomínio.

“É importante que a pauta seja elaborada antes, em um trabalho de cooperação entre os membros da mesa mediadora. Precisa ser uma pauta objetiva, que preze pela otimização de tempo. Desse modo, os condôminos se sentem motivados a comparecer nas reuniões futuras”, afirma.

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É importante que a pauta das reuniões seja elaborada em conjunto pelos mediadores (Foto: Shutterstock)

Morosidade

A morosidade dos processos que envolvem as reuniões de condôminos são, inclusive, um dos pontos que mais incomodam e desmotivam condôminos. Marcelo Santos, professor que mora há dois anos em um condomínio de casas na Zona Leste de São Paulo, conta que comparecia com frequência nas reuniões, mas depois de algumas vezes percebeu que muito pouco se resolvia.

“Assim que me mudei, achei importante ir às reuniões, mas logo percebi que era uma grande perda de tempo. As pessoas falavam bonito, mas muito pouco ficava decidido. Achei melhor deixar para lá e focar na administração da minha casa, que eu mesmo comando”, conta.

Apesar de todo os problemas, especialistas ressaltam que a participação nas reuniões é fundamental, uma vez que somente com a genuína interação dos condôminos as estruturas condominiais podem ser mudadas, inclusive a metodologia utilizada nas assembleias.

Reflexo da sociedade

As reuniões de condomínio devem funcionar em um processo de cooperação pensando no bem comum. O condômino precisa estar ciente de que todas as discussões são de seu total interesse, pois afetarão diretamente sua moradia, além de colocar-se como um aliado dos demais moradores.

Advogado especialista em gestão condominial, Leonardo Memória acredita que a falta de interesse dos condôminos é um reflexo da sociedade como um todo: “O condomínio é como se fosse uma micro sociedade com regras próprias, em que todos devem participar para gerir. A ideia de que há alguém fazendo algo por nós, culturalmente, faz com que tenhamos a atitude de que não precisamos fazer mais nada”, diz.

reunião
É comum esperarmos que outras pessoas resolvam problemas por nós (Foto: Shutterstock)

Diante de uma cultura já enraizada, muitos pensam que não há muito que fazer e acabam por desistir de chamar a participação dos moradores. O trabalho, portanto, acaba caindo sobre o síndico ou empresa administradora, que por isso muitas vezes não conseguem cumprir com suas funções.

O trabalho do síndico, inclusive, é o mais importante para o funcionamento saudável de uma reunião. Geralmente, ele possui conhecimento sobre os moradores a partir de um ponto de vista que as empresas contratadas não possuem, já que convive diariamente e é da mesma forma afetado pelos problemas.

“O síndico deve ter uma conduta de dialogador, deve saber ouvir todos os anseios dos moradores e apresentar soluções que agradem a maioria, já que agradar a totalidade dos moradores será uma rara situação”, afirma Memória.

O que define uma boa reunião

Assim como o síndico, os moradores precisam estar afinados e dispostos a cumprirem com suas responsabilidades enquanto condôminos. A soma de esforços fará com que a reunião seja boa para todos e feliz na resolução de problemas, uma vez que essa é a característica que define uma reunião de qualidade.

“Uma boa reunião é aquela em que todos os pontos possam ser discutidos de modo saudável e com agilidade. É, portanto, uma reunião objetiva, que preze pela otimização de tempo e seja feliz no que diz respeito à interação entre condôminos e ao diálogo pensando no bem comum”, diz Santos.

Memória, por sua vez, define uma boa reunião como a que possui um desdobramento que vá de encontro com o que foi planejado pela mesa mediadora, isto é, que siga a risco o delineamento sem empecilhos.

“Uma boa reunião de condomínio se apresenta como aquela que segue ritualmente a pauta de convocação, percorrendo exatamente os pontos que serão discutidos. Deve também permitir que todos opinem sobre os pontos a serem discutidos, após uma breve explanação do Presidente da Reunião sobre cada tópico”, diz.

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