Méier: conheça um dos mais importantes bairros da zona norte do Rio de Janeiro

O nome do Méier, famoso bairro da zona norte do Rio de Janeiro, foi “herdado” de um amigo e acompanhante do Imperador D. Pedro II, Augusto Duque Estrada Meyer, de origem alemã. Hoje aportuguesado, o local de classe média tem 49.828  moradores, com renda média de R$ 2.725, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É um bairro grande, desenvolvido, e com um centro comercial muito forte na região, apesar de ser bastante residencial. As principais ruas de comércio são a Dias da Cruz e Pedro de Carvalho, enquanto as vias residenciais são as ruas Carolina Santos, Vilela Tavares, Carijós e Barão de São Borja, todas próximas à Dias da Cruz. Além de casas em vilas, o local abriga edifícios altos.

Méier em 1957 (Foto: Divulgação/IBGE)
Méier em 1957 (Foto: Divulgação/IBGE)

A infraestrutura é completa. O Méier tem vários colégios e cursos como o Miguel Couto, Martins, Metropolitano e o Instituto Nícia Macieira, além de universidades como a Cândido Mendes e a Facha, ambas particulares.

Um dos hospitais mais importantes da cidade, o Salgado Filho, também está sediado no Méier. Outros centros de saúde são o Centro Municipal de Saúde Cesar Pernetta, conhecido popularmente como “Pan do Méier” e o hospital particular Pasteur.

Méier em 1968 (Foto: Divulgação/IBGE)
Méier em 1968 (Foto: Divulgação/IBGE)

A vida cultural do bairro, que fica entre o Lins de Vasconcelos, o Engenho de Dentro, o Engenho Novo e o Cachambi é bastante agitada. O Centro Cultural João Nogueira, ou simplesmente Imperator, é palco de shows de cantores nacionais e internacionais e de apresentações de teatro. O local ainda abriga um cinema.

No chamado “Baixo Méier”, ao lado dos trilhos do trem, moradores e visitantes ocupam os bares e restaurantes da região, como o Reza Forte, o Bar Castro e o Botequim do Zé.

Carnaval de rua no Méier (Foto: Divulgação/ Prefeitura)
Carnaval de rua no Méier (Foto: Divulgação/ Prefeitura)

Por falar em trilhos, os trens são o principal meio de transporte da região. Na estação Méier param as composições da Linha Deodoro, enquanto na estação Silva Freire há condução para locais como Santa Cruz e Japeri. Há ainda dois terminais rodoviários no bairro, com ônibus para todas as regiões da cidade.

Antes de o Méier pertencer a Augusto Duque Estrada Meyer, citado acima, os jesuítas eram os donos das terras, no século XVII. Já no século XIX, o bairro foi loteado e cortado pelos trilhos dos bondes que ligavam o Engenho de Dentro ao Largo de São Francisco. Também começaram a circular os trens da Estrada de Ferro D. Pedro II. Os bairros vizinhos foram crescendo nas redondezas das estações.

As informações são da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Veja imóveis á venda no Meier

 

Conheça a história do Rio de Janeiro

Gávea é recanto na agitada zona sul

Conheça a história de Copacabana

Conheça a história da Barra da Tijuca

Conheça a história de Laranjeiras

Catete, o bairro que foi o centro do Brasil por 63 anos

 

+ Quer receber mais dicas de decoração e mercado? Informe seu nome e e-mail no espaço para comentários desta matéria. Os dados não serão publicados nessa página